POESIAS DO 10º PENA DE OURO

QUERENDO PASSEAR PELAS POESIAS OUVINDO UMA MELODIA BASTA CLICAR NO PLAY ACIMA - NÃO SABE ONDE É O PLAY? ENTÃO DÊ UMA CLICADA AQUI E COMECE O SEU PASSEIO

Aqui você mergulha nas 16 obras de arte escritas a mão com o coração na ponta dos dedos pelos nossos escrevinhadores de palavras na Décima Edição do Pena de Ouro, mais um evento da Ilha da Lindalva no seu Ostra da Poesia que aconteceu de 11/07/2015 a 16/08/2015 - se deliciem!!! Mas antes sintam este texto que pincei da net, desconheço a autoria, mas...

"Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas"...
As pérolas são feridas curadas, pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância
estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.
A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar.
Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola é formada.
Uma ostra que não foi ferida de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada:
- Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?
- Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
- As suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas?
- Já sofreu os duros golpes do preconceito?
- Já recebeu o troco da indiferença?
Se sim, então, produza uma pérola! Cubra as suas mágoas com várias camadas de amor.
Bem poucas são as pessoas que se interessam por esse movimento.
A maioria exercita apenas o cultivo de ressentimentos, deixando as feridas abertas,
alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos, e portanto não permitindo que cicatrizem.
Assim, na prática, o que vemos são muitas "ostras" vazias, não porque não tenham sido feridas,
mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor.
As pérolas mais belas são geradas nas profundezas do nosso ser.

CLIQUE NOS PAPIROS PARA LÊ-LOS EM TAMANHO REAL
  • Clique AQUI e volte ao Salão Pérolas do Ostra da Poesia